Depende muito da vontade e agenda do "Parceiro". Há casos em que o "Parceiro" realiza apenas uma reunião mensal de 1 hora com o Facilitador, para se atualizar e tomar decisões. Nesses casos, há também uma troca semanal de e-mails para esclarecer questões ou pedir autorizações de gastos extraordinários. Outros "Parceiros" dedicam mais tempo ao projeto – alguns, inclusive, dão aulas esporádicas na escola parceira!
Os valores têm variado entre R$ 120 a 200 mil/ano, dependendo das necessidades da escola e do orçamento do "Parceiro". Os gastos maiores de infra-estrutura são geralmente realizados no primeiro ano. Nos demais anos, as despesas devem ser canalizadas, prioritariamente, para a capacitação dos professores e dos coordenadores pedagógicos, manutenção da sala de leitura e de informática, apoio para realização de projetos pedagógicos e avaliações anuais externas de desempenho dos alunos.
São profissionais com formação pedagógica e experiência em escolas públicas. (Muitos são professores ou diretores aposentados da rede pública, que são capacitados pela Parceiros da Educação). Desempenham um papel de mediador das ações entre o empresário e a escola parceira. A Associação monitora todo trabalho desenvolvido pelos Facilitadores nas escolas, bem como promove encontros mensais para a troca de melhores práticas, aperfeiçoamento técnico e realização de avaliações anuais do desempenho dos mesmos.
A Associação Parceiros da Educação seleciona profissionais e os apresenta ao "Parceiro", a quem cabe a escolha final. O "Parceiro" sempre pode solicitar a sua substituição caso não considere satisfatórios os serviços prestados pelo Facilitador. Os custos do Facilitador vão diretamente para o "Parceiro".
Não. Os recursos são administrados pelo próprio "Parceiro", com base no Plano de Ação executado pelo Facilitador, e circula por meio da Associação de Pais e Mestres (APM) das escolas parceiras ou são pagos diretamente aos vários fornecedores ou prestadores de serviços à escola. Não recomendamos a liberação de recursos diretamente às escolas.
Para conhecer as necessidades da escola a Associação Parceiros da Educação e o facilitador realizam reuniões para levantamento de prioridades dentro das 4 vertentes (pedagógico, gestão, físico-estrutural e apoio comunitário) do Programa com grupos de professores, pais, alunos, funcionários e gestores. Com base nesse levantamento o Facilitador elabora um Plano de Ação Anual, que será apresentado ao "Parceiro" para aprovação.
Anualmente, a Parceiros da Educação promove avaliações de desempenho dos alunos das escolas parceiras. Essa é a métrica mais importante na determinação do retorno dos investimentos realizados. Porém, é necessário alertar que o progresso na educação é um trabalho de longo prazo. Por isso, recomendamos sempre que a parceira tenha um horizonte de três a cinco anos.
Sim, por dois motivos básicos: (i) o Parceiro não priorizou investimento no apoio pedagógico; e (ii) não houve cooperação da direção da escola. Este último é um desafio constante das parcerias, pois, sem o apoio da direção da escola, pouco se pode fazer. Por essa razão é que priorizamos as escolas onde há um bom alinhamento da sua direção com as diretrizes da nossa organização.
Sim, normalmente com um aviso antecipado de 30 dias à Associação Parceiros da Educação e ao diretor executivo da Associação de Pais e Mestres da escola parceira. Como o Estado continua arcando com todos os custos básicos da escola, este permanecerá totalmente operacional, mesmo com a saída da Parceria.
